Análise do TextMate 2

TextMate 2

Fala, meu povo! Faz tempo que não dou as caras por aqui, certo? Pois é… Mas hoje estou aqui para trazer boas novas!

O TextMate agora é software livre!

Sempre fui um fã do TextMate (apesar dele ser cult) e já tinha perdido as esperanças de que a versão 2 saísse, por isso estava dando uma chance pro SublimeText, mas agora com esse lançamento, definitivamente deixei ele de lado. A maior desvantagem que eu vejo no TM2 em relação ao Sublime é o fato de só rodar em Mac e, segundo os desenvolvedores, não haver nenhuma versão planejada para Linux (apesar de não ser impossível). Pois bem, nas próximas linhas vou relatar as primeiras impressões que tive com a versão aberta do TextMate 2.

Primeiras impressões

À primeira vista é possível perceber que poucas coisas mudaram. O número da linha agora recebe um destaque, não existe mais o logotipo do editor dentro da aplicação e agora há suporte à tela cheia.

Navegador de Projeto

Deus existe! Finalmente o editor tem um navegador de arquivos decente (desde a versão 1.5.10).

Agora os diretórios são organizados da maneira que devem ser (segundo a minha humilde opinião). Na primeira versão do editor era tudo organizado em ordem alfabética e não importava se era arquivo ou diretório. Agora na segunda versão os diretórios ficam antes e os arquivos depois.

Também foram adicionadas algumas opções interessantes. Existe um navegador de diretórios que lembra muito o do Gedit:

Também foram adicionados alguns botões de acesso rápido como: Home, Computer, SmartFolders e Favorites.

Outra coisa interessante é que agora o navegador responde aos comandos do Finder como: ⌥⌘N (novo arquivo), ⇧⌘N (novo diretório) ⌘⌫ (apagar arquivo/diretório) e por aí vai…

Vale a pena comentar também que agora é possível fazer distinção entre selecionarabrir um arquivo. Ao clicar no nome do arquivo ele será apenas selecionado. Para abri-lo você deve clicar no ícone do mesmo.

Manipulando arquivos

Agora eu quase chorei! A manipulação de arquivos ficou excelente! Veja por que:

Existe uma nova funcionalidade que permite, em apenas uma ação, salvar múltiplos arquivos com mesmos nomes ou extensões.

Por exemplo, se eu quiser criar os arquivos index.php config.php, só preciso colocar os nomes entre chaves: {index,config}.php.

Também é possível fazer isso com as extensões e até juntar os dois. Caso eu mande salvar o arquivo com o nome de {index,config}.{php,html} terei então quatro arquivos: index.php, index.html, config.php e config.html.

Outra coisa que ficou sensacional foi a habilidade de recortar arquivos. Já que a Apple não tem a capacidade de implementar isso no Finder, pelo menos dentro do TextMate 2 você vai poder fazer isso! Apenas selecione o arquivo a ser recortado e utilize ⌘X e cole com ⌘V. Simples! :D

Foi implementado o atalho ⌘X que permite que você recorte arquivos.

Editando o código

Algo sutil que eu percebi e que achei muito bacana é o fato do collapse code manter os dois brackets (na primeira versão só o bracket de abertura ficava visível).

A ênfase que é dada no bracket relacionado foi melhorada. Na primeira versão apenas o bracket inicial era indicado. Agora se você passa pelo inicial ele realça o final e vice-versa. O modo de realce também foi alterado para o clássico amarelinho do OSX.

Foi implementado um sistema de Multiple Carets. Como é um assunto bastante longo e foge do foco da minha análise, deixo um link para o blog oficial onde está bem explicadinho.

A seleção de nomes de variáveis via duplo-clique agora atinge também o sinal $. Na primeira versão era selecionado apenas o nome da variável e não o símbolo.

A opção de colar do histórico foi melhorada, permitindo que blocos maiores de código sejam visualizados. O atalho é ⌃⌥⌘V. Você também pode utilizar o ⌃⌥⌘F e utilizar o histórico de pesquisa.

A janela de busca recebeu uma repaginada total.

Opções novas como palavras completas e ignorar espaços em branco reduzem as vezes que você precisa utilizar expressões regulares para encontrar certo padrão. Também é possível escolher onde procurar: documento atual, seleção, arquivos abertos, diretório do projeto, outro diretório, etc.

Sistema de Pacotes

O TextMate 2 brindou-nos com um incrível sistema de pacotes. Agora tudo no editor é um pacote: ferramentas de compilação, suporte das linguagens, temas, ferramentas de testes, suporte a ferramentas de versionamento e outras parafernalhas.

Para saber mais sobre os Bundles (instalação, conversão de temas, etc) você pode ler esse post no blog oficial.

Configuração

Seguindo as novas tendências, a configuração mais aprofundada do editor é feita através de um arquivo de texto (chamado .tm_properties). O que ficou bacana é que você pode ter uma configuração global (na sua home) e configurações específica por projeto e até por diretório!

Para saber mais sobre como configurar o seu TextMate através deste arquivo, dê uma lida no blog oficial neste artigo.

Nesta página você pode encontrar mais explicações sobre os parâmetros, pode ler aqui. Também sugiro que dê uma olhada neste exemplo bem completo e comentado de um arquivo funcional.

Performance

O desempenho em relação à primeira versão do editor foi visivelmente melhorado. Algo que melhorou muito foi a maneira como o editor lida com arquivos que possuem linhas realmente MUITO longas, como scripts minificados. Enquanto a primeira versão apanhava na simples rolagem do código para os lados, nessa nova eu consegui ir até o final do código e inclusive editá-lo! Alguns pequenos errinhos na hora de clicar, como por exemplo o fato de clicar em uma letra e o cursor ir parar algumas letras depois, mas nada que não possa ser resolvido com as setas do teclado. Realmente ficou muito bom!

Por que usar?

Os diversos anos entre o lançamento de uma versão 1.x e a publicação dos fontes na internet fizeram com que o TextMate saísse um pouco dos holofotes, dando espaço a outros editores também muito bons. Sempre vou recomendar esse programa por dois motivos: é de excelente qualidade e é de graça. Isso sem mencionar o fato de que é leve (ou seja, não é em Java) e não precisa criar um monte de lixo para gerenciar um projeto. :)

Obtendo o TextMate 2

Gostou do TextMate 2? Maravilha!

Agora você deve estar se perguntando: “onde vou conseguir o TextMate 2?”. Eu tenho a resposta: no GitHub!

O link para o TextMate 2 é https://github.com/textmate/textmate.

Ali existem todas as instruções para você compilar na sua máquina. Você precisa clonar o projeto para a sua máquina (e não apenas baixar o zip) e só depois compilar.

Se não quiser compilar, você pode baixar um build pronto, clicando no link Downloads e selecionando o pacote mais recente.

Meu TextMate 2 não está colorindo o código! O que eu faço?

Tive o prazer de conversar com o Allan (programador do TextMate) e ele me informou desse macetezinho: caso o editor não esteja colorindo o código (mesmo após instalar os pacotes), feche o programa, apague o diretório ~/Library/Application Support/TextMate/Managed e tudo acontecerá magicamente. Apenas inicie o editor novamente e voilá!

E agora?

Para quem for desbravar o TM2, sugiro que comece a frequentar esse tumblr: Textmate 2 Tips. Existem muitas dicas e macetezinhos bacanas ali pra aprender!

Também é possível ler o FAQ do TextMate 2. Tem muita coisa explicada nos pormenores.

Espero que tenham gostado da análise que fiz, com muito carinho, para os amigos! :)

Comentem o que acharam e deixem também suas contribuições!

Um abraço a todos e fiquem com Deus.
Rafael Jaques

P.S.: Estou preparando novidades!

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O que há de novo no PHP 5.4? Conheça as mudanças mais significativas.

Como você deve saber, o PHP 5.4 está às portas e ele é praticamente o PHP 6. Dia 11 de dezembro foi lançado o RC1 do PHP 5.4 e fui dar uma conferida no que há de novo. Lhe digo: é surpreendente!

Se quiser dar uma olhada na lista completa de novas features, dê uma olhada na news.

Caso ainda não saiba do que se trata o PHP 6 e qual a diferença para o PHP 5.4, dê uma olhada nesse artigo que escrevi há alguns dias: Tornando-se compatível com o PHP 6.

Agora apresento-lhes as características que, na minha opinião, são as mais bacanas dessa nova versão!

Servidor HTTP incorporado

Assim como em outras linguagens, o PHP agora também possuirá um servidor HTTP embutido. A maneira mais simples de colocá-lo para funcionar é a seguinte:

php -S localhost:8080

Isso fará com que o servidor rode na máquina local, escutando na porta 8080. Isso é muito importante para quem quer testar rapidamente um arquivo ou um sistema sem ter que configurar toda a estrutura de um servidor. Eu também uso isso (por enquanto, no Python) para compartilhar arquivos pela rede! :)

Sintaxe de array encurtada

Pra mim, uma das alterações mais importantes de todas! Agora não é mais necessário utilizar a função array() para criar vetores.

$frutas = ['Banana', 'Abacaxi', 'Laranja']
$dados = ['nome' => 'Rafael', 'profissao' => 'Professor']

Acesso de propriedades e métodos na instanciação da classe

É possível utilizar fluent interfaces, como no Java:

$meuCarro = (new Carro)->setVelocidade(100)->setCor('azul');

Typehint callable

Esse typehint permite que você passe como um parâmetro uma função, uma função anônima (closure) ou uma array composta por um nome de classe (ou objeto) e um nome de método.

function funcao(callable $func_param) {
    $func_param();
}

// No caso o $func_param() seria a mesma coisa que
// (new Carro)->ligar();

funcao([new Carro(), 'ligar']);

Suporte a valores numéricos binários

Iniciando seus números com 0b é possível definir números binários diretamente no PHP.

$binario = 0b001110;

Suporte à sintaxe Class::{expr}()

Isso fazia MUITA falta! Agora o PHP está mais flexível na hora de invocar métodos. Todas as linhas a seguir são válidas:

$metodo = 'nome_de_metodo';

$teste = new Teste();

$teste->nome_de_metodo();
$teste->$metodo();
$teste->{'nome_de_metodo'}();

Teste::nome_de_metodo();
Teste::$metodo();
Teste::{'nome_de_metodo'}();

Suporte a Traits

As traits são também conhecidas como heranças horizontais.

O PHP não suporta herança múltipla, e por esse motivo, às vezes ficamos limitados em algumas decisões de projeto (design). O maior problema neste ponto é que toda herença até agora (PHP 5.3.x) é vertical, ou seja, se eu precisar de um nível de abstração diferente no meio do processo, ou precisarei adicionar a nova abstração e reescrever tudo abaixo dela, ou ainda, terei que duplicar o código pois não conseguirei satisfazer a herença.

É nesse ponto que os Traits aparecem. Diferentemente da herença (vertical), os Traits possibilitam-nos criar heranças horizontais.

Esse trecho de texto foi retirado do blog do Hélio Costa. Lá você pode saber mais sobre as Traits. Pode também olhar no manual do PHP (em inglês).

class Base {
    public function digaOla() {
        echo 'Olá ';
    }
}

trait DigaMundo {
    public function digaOla() {
        parent::digaOla();
        echo 'mundo!';
    }
}

class MeuOlaMundo extends Base {
    use DigaMundo;
}

$o = new MeuOlaMundo();
$o->digaOla(); // Olá mundo!

Suporte a dereferenciamento de arrays

É possível acessar diretamente uma array do retorno de uma função.

function frutas() {
    return array('a' => 'amora', 'b' => 'banana', 'c' => 'caqui');
}

echo frutas()['c']; // caqui

Desempenho do silenciador (@) melhorado

Nunca recomendei o uso disso mas, de qualquer, melhoraram o desempenho deste operador, que em muitas aplicações é altamente utilizado.

$arquivo = @file_get_contents('/etc/passwd');

Progresso do Upload

De acordo com um dos desenvolvedores do PHP, teremos um medidor de progresso de upload embutido no PHP 5.4 (na versão 5.3 era um patch).

Agora é possível definir uma variável de sessão que é atualizada com o progresso de determinado upload (aleluia). Segue um exemplo:

<form action="upload.php" method="POST" enctype="multipart/form-data">
	<input type="hidden" name="<?php echo ini_get('session.upload_progress.name'); ?>" value="meu_upload" />
	<input type="file" name="arquivo1" />
	<input type="file" name="arquivo2" />
	<input type="submit" />
</form>

Confesso que espero por isso há tempos!

E outras coisinhas mais…

Existem algumas outras alterações que não são tão impactantes, mas que talvez você goste de saber:

  • Agora existe a possibilidade de desabilitar o processamento de dados do POST a fim de economizar memória e ciclos de CPU. Caso utilize isso, os dados originais ainda (raw data) ainda podem ser lidos pelo stream php://input;
  • Criaram uma interface chamada JsonSerializable, para que o objeto possa ser aceito em um json_encode() (embora o json_decode() não consiga recriar o objeto);

O que NÃO estará no PHP 5.4

Nem todas as features que foram sugeridas acabaram entrando no core do PHP 5.4.

  • Typehint Scalar para parâmetros nos métodos
  • Suporte Unicode/UTF-8 na linguagem para operações de strings :(
  • Tipos primitivos (integer, string, boolean, etc…) como palavras reservadas (foi removido por questão de retrocompatibilidade)
  • Suporte a foreach com list()

Conclusões

Espero que tenha servido para desmistificar as mudanças que vêm aí nas versões 5.4 e 6.0! :)

E você? O que mais gostou no PHP 5.4? Alguma coisa que não falei aqui? Algo que eu falei pouco? Comenta aí e deixa a tua opinião!

Um abraço a todos e fiquem com Deus!
Rafael Jaques

Fontes consultas:

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Memtrack – Diagnóstico de Aplicações PHP

Adaptado de: http://www.leftjoin.net/2011/11/php-application-diagnostics-memtrack/

Sobre o Memtrack

Perfilamento de aplicações ajudam a determinar os gargalos e possíveis problemas durante o desenvolvimento. Mas às vezes é preciso diagnosticar problemas no ambiente de produção. Frequentemente enfrentamos problemas com funções e métodos utilizando muita memória.

Se quisermos rastrear funções que estão consumindo muita memória, podemos utilizar uma extensão do PHP chamada Memtrack. Com ela podemos definir níveis aceitáveis de limite de memória e, quando alguma função ultrapassá-lo, um aviso será enviado.

Instalação e configuração

A Memtrack é uma extensão PECL, portanto para instalá-la é bastante simples:

pecl install memtrack

Para configurar também é bem tranquilo:

extension=memtrack.so
memtrack.enabled = 1 ; habilita a extensão
memtrack.soft_limit = int ; utilize um número para o limite de memória

Mais exemplos de configuração podem ser encontrados no manual do PHP.

Segue um exemplo de configuração:

extension=memtrack.so
memtrack.enabled = 1 ; habilita a extensão
memtrack.soft_limit = 1M ; define 1mb como limite de memória 

Erro gerado

Vamos utilizar a seguinte função para “detonar” a memória:

function muitoConsumoDeMemoria() {
    $algumaCoisa = array();
    for ($i = 0; $i < 10000; $i++) {
    	$algumaCoisa[] = sha1('a');
    }
    return $algumaCoisa;
}

$algo = muitoConsumoDeMemoria();

Quando essa função for executada, irá gerar um aviso no Memtrack.

[memtrack] [pid 10408] user function muitoConsumoDeMemoria() executed in PATH on line 10 allocated 1572864 bytes

Nesse log é possível encontrar informações sobre o processo, a função (nome e informações), caminho do arquivo, linha e uso de memória.

Conclusão

Com o perfilamento de aplicações é possível identificar onde a aplicação torna-se mais crítica.

Espero que seja bem útil e que, a partir de agora, suas aplicações sejam otimizadas!

Um forte abraço a todos e fiquem com Deus!


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Gerando números de identificação (ID) únicos com PHP

Fala, meu povo!

Tudo sossegado?

Essa semana estava trabalhando em um sistema que precisava gerar IDs únicos para acesso e fui dar uma pesquisada pra ver o que encontrava. E não é que, para a minha surpresa, o PHP possui um gerador de IDs únicos?

A função chama-se uniqid() e funciona da seguinte maneira:

string uniqid ([ string $prefix = "" [, bool $more_entropy = false ]] )

Cada ID é gerado de acordo com os microsegundos, ou seja, se você estiver gerando IDs únicos em hosts diferentes é interessante utilizar o parâmetro $prefix para estipular um prefixo para cada ID gerado e evitar que sejam gerados hashs iguais (no mesmo microsegundo).

Modo simples

Chamar a função sem nenhum parâmetro irá gerar um ID único de 13 caracteres.

Eu utilizei este código e obtive os seguintes resultados:

<?php

	for ($i = 0; $i < 20; $i++)
	{
		echo uniqid() , '<br />';
	}
4e7a2a9eda4f4
4e7a2a9eda513
4e7a2a9eda520
4e7a2a9eda52c
4e7a2a9eda538
4e7a2a9eda53e
4e7a2a9eda545
4e7a2a9eda54a
4e7a2a9eda54f
4e7a2a9eda553
4e7a2a9eda558
4e7a2a9eda55d
4e7a2a9eda562
4e7a2a9eda567
4e7a2a9eda56c
4e7a2a9eda571
4e7a2a9eda576
4e7a2a9eda57b
4e7a2a9eda580
4e7a2a9eda585

Nessa amostra é possível perceber que um padrão é seguido, porém a variação sempre está presente.

Aumentando a entropia

É possível aumentar a entropia e bagunçar ainda mais o número, diminuindo a previsibilidade do identificador gerado.

Alterando para true o segundo parâmetro da função, aumentaremos de 13 para 23 o número de caracteres gerados.

<?php

	for ($i = 0; $i < 20; $i++)
	{
		echo uniqid(NULL, true) ,  '<br />';
	}
4e7a289bd01f45.79477223
4e7a289bd02032.89581934
4e7a289bd02052.11471119
4e7a289bd02075.00423065
4e7a289bd02085.08264238
4e7a289bd020a0.54923203
4e7a289bd020b3.38239852
4e7a289bd020c5.41874042
4e7a289bd020e7.13109847
4e7a289bd020f8.07879585
4e7a289bd02105.23156388
4e7a289bd02121.78128696
4e7a289bd02133.03380035
4e7a289bd02142.46928362
4e7a289bd02158.14421079
4e7a289bd02168.85897068
4e7a289bd02186.39675466
4e7a289bd02192.69187621
4e7a289bd021a1.41820411
4e7a289bd021b4.97244295

Identificadores extremamente imprevisíveis

Pra finalizar, uma paulada! Vamos preencher o primeiro parâmetro (prefixo) utilizando a função rand(). Então teremos um identificador de entropia elevadíssima, sendo um ID aleatório de 23 posições precedido por um número aleatório.

<?php

	for ($i = 0; $i < 20; $i++)
	{
		echo uniqid(rand(), true) , '<br />';
	}
19060798504e7a29e9c9c059.93729338
13329376364e7a29e9c9c121.60865627
11839762204e7a29e9c9c151.33271890
15126155264e7a29e9c9c173.28119226
3205916434e7a29e9c9c196.14831352
6879387264e7a29e9c9c1a1.12625014
12097042174e7a29e9c9c1c4.76932924
5578020564e7a29e9c9c1e8.49604578
8800718324e7a29e9c9c1f7.42284494
3516524794e7a29e9c9c210.74379494
13719049204e7a29e9c9c232.53688755
13615040334e7a29e9c9c258.57255460
9026903494e7a29e9c9c262.94629146
12770888504e7a29e9c9c283.76903832
2071162574e7a29e9c9c2a1.35952502
7032290634e7a29e9c9c2b9.36462979
3520522964e7a29e9c9c2d3.39877178
4841746524e7a29e9c9c2e4.67328983
15352161784e7a29e9c9c301.78593394
16981154524e7a29e9c9c318.06476122

Wow! :D

Considerações finais

O sistema mostrou-se extremamente eficiente para realizar a tarefa a que se propõe e eu fiquei bastante satisfeito com os resultados obtidos.

Espero que tenha sido uma dica útil e gostaria de lembra-los que o blog está sempre aberto a comentários, sendo de críticas, elogios ou sugestões!

Um abraço a todos!
Fiquem com Deus.

Rafael Jaques

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Como embutir código PHP em arquivos CSS

Prefácio

Já sentiu vontade de colocar condicionais no CSS? Já precisou colocar um belo de um IF do seu PHP dentro de uma folha de estilos pra resolver um problemão?

Pois então lhe mostro duas formas que podem resolver o seu problema! :D

Método 1

Este método é mais simples e utiliza um arquivo de extensão php apenas com um cabeçalho modificado. Basta adicionar um header dizendo ao navegador que o Content-type desse arquivo é text/css.

Vamos aproveitar pra passar um parâmetro (GET) para o arquivo! Caso exista e possua determinado valor, vamos trocar a cor do fundo da página!

Supondo que o nosso arquivo seja estilos.php, a estrutura ficaria mais ou menos assim:

<?php header('Content-type:text/css'); ?>

body {
   background-color: <?php echo (isset($_GET['fundo']) && $_GET['fundo'] == 'verde') ? '#0f0' /* Verde */ : '#00f' /* Azul */; ?>
}

E na hora de puxar o CSS para o seu HTML, vamos adicionar um parâmetro indicando que queremos o fundo verde. Caso apague ou altere o valor, o fundo ficará azul:

<link rel="stylesheet" type="text/css" media="screen" href="estilos.php?fundo=verde" />

Método 2

Já este modo é um pouquinho mais trabalhoso, mas permite que você mantenha seus arquivos com extensão css. Detalhe que só funciona com o Apache. Se você utiliza outro servidor, terá que procurar uma alternativa.

Crie um arquivo .htaccess (ou utilize um já existente) no diretório do arquivo css. Para fazer a mágica, apenas utilize a seguinte linha de código:

AddType application/x-httpd-php .css

Isso fará com que o Apache interprete os arquivos .css daquele diretórios como arquivos PHP. Aí é só mandar ver! :-)

Conclusão

Espero que tenham gostado e que a dica tenha sido útil!

Um abraço a todos e fiquem com Deus.
Rafael Jaques

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PHP Sob Ataque – Técnicas de Programação Defensiva – Vídeo e Slides

Salve, galera!

Primeiramente gostaria de agradecer a todos que estiveram na minha palestra e para os que assistiram pela internet.

Se você não conseguiu entrar na sala ou então quiser rever os slides, cá estão!

E assim que eu tiver o vídeo comigo, vou divulgar aqui também!

Resumo da palestra: É comum encontrar desenvolvedores desatentos deixando brechas que, por mais simples que sejam, podem gerar situações desagradáveis. Na palestra do ano passado (PHP à Prova de Balas) o intuito era mostrar maneiras de ataque variadas e como se defender de cada uma delas. O foco desse ano não é prevenção de ataques contra a aplicação e sim contra o seu usuário, modalidade de ataque que vem crescendo. Esta palestra tenta reunir cuidados que devem ser tomados na hora de desenvolver uma aplicação web.

Seguem os slides:



Vídeo da palestra:

 

Obrigado por todo o apoio, gente!

Nos vemos na próxima!

Deus abençoe todos vocês!
Um forte abraço.
Rafael Jaques

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Palestra no FISL

Fala, galera!

Tudo na santa paz?

Estou aqui para convidá-los para a minha palestra que acontecerá no FISL 12, nessa sexta-feira! :D

O título é PHP Sob Ataque – Técnicas de Programação Defensiva. Será no dia 1º às 12h00 na sala 41-C (Fisl 3).

Segue a grade completa do evento: http://fisl.org.br/12/papers_ng/public/fast_grid?event_id=1

Nos vemos lá!

Um abraço a todos e fiquem com Deus!

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Promoção: PHPit leva um estudante sortudo ao FISL 12!

Fala, galera!

Lembram que eu prometi uma promoção bombástica pra logo?

Pois bem! Cá está! (Leia tudinho pra não ter problemas, hein…)

Todo mundo sabe que estudante costuma sempre estar com a grana curta. Pensando nisso, o PHPit vai sortear um ingresso da modalidade estudante para um estudante sortudo que gostaria de ir ao FISL!

Atenção
É importante saber que você deve estar matriculado em uma instituição de ensino reconhecida pelo MEC, e o comprovante de matrícula deve ser apresentado durante o seu credenciamento no dia do evento.

Como faz pra concorrer? É muito simples! Basta acessar a promoção no TwitPromo clicando aqui e seguir os passos indicados.

O resultado da promoção será divulgado no dia 21/06 às 15h30 no twitter do @_phpit. O ganhador tem 24 horas para se manifestar, a contar da divulgação do resultado, caso contrário perde o direito de retirar o prêmio. Caso não esteja seguindo os dois twitteres indicados, também perde a premiação!

Um abraço a todos, fiquem com Deus e boa sorte!

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Capturando imagens de um vídeo do YouTube ou Vimeo com o PHP

Adaptado do original: http://darcyclarke.me/development/get-image-for-youtube-or-vimeo-videos-from-url/

Prefácio

Quando se está construindo uma aplicação social é sempre uma boa ideia incluir informações relevantes ao contexto. Isso ajuda a melhorar a experiência e torna tudo muito mais legal para o usuário.

Alguns projetos podem necessitar de uma ‘screenshot’ de algum vídeo. Isso é fácil de fazer e deixa seu site mais atraente para o usuário.
Com um script bem simples é possível obter a thumbnail de um vídeo do YouTube ou Vimeo através da URL.

Logo abaixo você vê o snippet que pode ser utilizado em qualquer uma de suas aplicações.

function video_imagem($url){
    $url_imagem = parse_url($url);
    if($url_imagem['host'] == 'www.youtube.com' || $url_imagem['host'] == 'youtube.com'){
        $array = explode("&", $url_imagem['query']);
        return "http://img.youtube.com/vi/".substr($array[0], 2)."/0.jpg";
    } else if($url_imagem['host'] == 'www.vimeo.com' || $url_imagem['host'] == 'vimeo.com'){
        $hash = unserialize(file_get_contents("http://vimeo.com/api/v2/video/".substr($url_imagem['path'], 1).".php"));
        return $hash[0]["thumbnail_small"];
    }
}

Você vai perceber que esse código possui um trecho determinar se a url passada pela função é de um vídeo do YouTube ou Vimeo e os cálculos necessários para trabalhar com ambos.

Seria interessante que você adicionasse uma contenção, caso o link não seja válido.

Para o YouTube

Você pode mudar a seguinte linha no script para retornar um tamanho diferente de imagem.

return "http://img.youtube.com/vi/".substr($array[0], 2)."/0.jpg";

Existem variações de thumbnail disponíveis baseado nas miniaturas escolhidas pelo usuário quando enviou o vídeo. Você pode mudar o número para conseguir uma thumb diferente. Incrementando o número no final da imagem, você verá a próxima thumb disponível.

return "http://img.youtube.com/vi/".substr($array[0], 2)."/default.jpg"; // Pequena - padrão
return "http://img.youtube.com/vi/".substr($array[0], 2)."/0.jpg"; // Grande - padrão
return "http://img.youtube.com/vi/".substr($array[0], 2)."/1.jpg";
return "http://img.youtube.com/vi/".substr($array[0], 2)."/2.jpg";
return "http://img.youtube.com/vi/".substr($array[0], 2)."/3.jpg";

Para o Vimeo

Você pode alterar a seguinte linha no script para retornar um tamanho de imagem diferente do Vimeo:

return $hash[0]["thumbnail_small"];

As variações são:

return $hash[0]["thumbnail_small"];
return $hash[0]["thumbnail_medium"];
return $hash[0]["thumbnail_large"];

Conclusão

As APIs de YouTube e Vimeo possuem muito mais informações que você pode capturar, incluindo o avatar de usuários e outras coisinhas bacanas. Tomara que esse pequeno script ajude a trazer um contexto mais bacana para os seus usuários ao invés de um simples link estático.

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TcheLinux Bento Gonçalves 2011: Chamada de Trabalhos

Está aberta a chamada de trabalhos para o Seminário TcheLinux Bento Gonçalves 2011.

O evento acontecerá na FTEC de Bento Gonçalves no dia 13 de Agosto.

Serão aceitas palestras, apresentações de cases e workshops em todas as áreas da informática e áreas co-relatas.

A chamada vai até as 23h59 do dia 6 de Junho de 2011 (segunda-feira). É permitida a submissão de mais de um trabalho.

Tá esperando o quê? Clica aqui e manda o teu trabalho!

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